domingo, 25 de abril de 2010
Vou contar a história de um círculo...
Vou contar a história de um círculo...
No qual faltava um pedaço.
Um grande triângulo fora arrancado dele!
E o círculo queria ser inteiro, sem nada faltando, então foi procurar o pedaço perdido.
Como estava incompleto e só podia rodar lentamente, admirou as flores ao longo do caminho.
Conversou com os insetos. Observou o sol....
Encontrou vários pedaços diferentes, mas nenhum deles servia.
Certo dia, o círculo encontrou um pedaço que se encaixava perfeitamente.
Ficou tão feliz! Seria inteiro.
Incorporou o pedaço que faltava e começou a rodar. Agora que era um círculo perfeito, podia rodar muito rápido, rápido demais para notar as flores e conversar com os insetos.
Quando percebeu como o mundo parecia diferente ao rodar tão depressa, parou, deixou o pedaço na estrada e foi embora rodando lentamente.
Diante dessa historinha arrisco dizer:
Será que somos mais inteiros quando sentimos falta de algo ?
No fundo é bom esperar, nutrir a alma com o sonho de algo melhor.
É boa a surpresa de receber algo que a gente sempre quis e nunca teve....
Quando aceitarmos que a imperfeição é parte do ser humano, e pudermos, a exemplo do círculo, continuar a rodar pela vida e apreciá-la, teremos conseguido a felicidade ....
O homem que tem tudo é, sob certos aspectos, um homem pobre.
Pense nisso!
sábado, 17 de abril de 2010
O dia-a-dia e um saco de balas
| Um dia desses eu ouvi uma comparação muito interessante entre o nosso dia-a-dia e um saco de balas. Era assim: imagine cada dia como uma bala que vai se desfazendo lentamente na boca. Do saco de balas podem sair sabores inesperados... Às vezes doce, às vezes amargo. Começar o dia é como tirar de um saco de balas o sabor das próximas 24 horas. É preciso, então, ficar atento na hora de escolher, porque, uma vez dentro da boca, o sabor logo se espalha, trazendo prazer ou desconforto. A balinha amarga, por exemplo, daquelas que tem gosto de mau humor e tristeza, fica ali, rodando pesada dentro da boca, tornando o dia difícil e arrastado. Tem gente que gosta da aventura do sabor meio azedinho, meio doce, que combina bem com a surpresa, com o inesperado. Tem gente que escolhe o sabor picante, que desperta os sentidos pra um dia de agitação. Na escolha dos românticos e sonhadores, a doçura do mel pode garantir um dia sereno, tranquilo, com gosto de paz. O chato é que tem pessoas que, por preguiça ou falta de ânimo, vão buscar lá no fundo do saco aquela balinha sem gosto de nada. e aí o dia passa sem nenhuma emoção. O que eu enxergo nisso tudo é que a vida oferece um saco de balas a cada um de nós como um desafio. E não tem jeito, o saco vai estar sempre lá, cheio de balas, de todos os sabores. Então a dica é a seguinte: Vamos sacudir bem esse saco, futucar, virar do avesso, procurar com cuidado por aquela balinha especial, gostosa, macia... Aquela a bala da boa mesmo, que pode trazer o melhor gostinho pro nosso dia... Texto: Lena Gino |
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sou música e dança. Sou mulher, mãe e amiga.
Sou música e dança.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros...
Me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras. Pessoas falsas e pretensiosas.
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias...
Desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
Aprendi a aceitar as pessoas como são...
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a deus pertence.
Que preocupação e o stress trazem cabelos brancos
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Aprendi que cantar espanta a tristeza.
E fazer o bem trás alegria...
Dúvidas vão sempre existir, mas seja sincero com você mesmo...
E com os amigos.
E são nos poucos e bons amigos que muitas vezes podemos encontrar a verdade.
Aceitar as verdades faz parte.
E que um dia vamos envelhecer...
E que respeitar os mais velhos é importante.
E, por fim...
Não espere que ninguém segure sua barra, porque no fim...
É você contra ou a favor de você mesmo.
Sou mulher, mãe e amiga.
Uns me invejam, outros...
Me odeiam, alguns me querem bem, mas poucos me amam.
Odeio mentiras. Pessoas falsas e pretensiosas.
Mostro ser forte e durona, mas sou frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias...
Desejos e fantasias.
Na maioria das vezes, sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás, quem não tem?
Guardo minhas agendas, cartas, fotos...
Aprendi a aceitar as pessoas como são...
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros...
Ouvir mais e falar menos, afinal, temos dois ouvidos para ouvir e uma boca para falar.
Aprendi que o futuro, só a deus pertence.
Que preocupação e o stress trazem cabelos brancos
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Aprendi que cantar espanta a tristeza.
E fazer o bem trás alegria...
Dúvidas vão sempre existir, mas seja sincero com você mesmo...
E com os amigos.
E são nos poucos e bons amigos que muitas vezes podemos encontrar a verdade.
Aceitar as verdades faz parte.
E que um dia vamos envelhecer...
E que respeitar os mais velhos é importante.
E, por fim...
Não espere que ninguém segure sua barra, porque no fim...
É você contra ou a favor de você mesmo.
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